Livre_do_ponto

________________________________ \” apenas aqueles que sabem são verdadeiramente livres \”

72º Tempo – Clube dos Poetas Mortos

Posted by LMML em Outubro 26, 2006

Filme que me marcou para sempre… chamem-lhe pieguice, chamam-lhe até sentimentalismo… mas o que ficou cá dentro depois de o ter visto na minha adolescência já avançada, ainda hoje me faz mexer e lutar contra alguns moinhos de vento.

Não me parece que seja pieguice… por andarmos de passo em passo nesta vida de correrias, há momentos… há segundos… há batidas que deixam marcas na memória. Um livro, um sorriso, um beijo, uma frase, uma carícia, um poema…. uma palavra… e lá ficamos com o momento impregnado nas nossas memórias para sempre.

Com o filme  vieram uma série de outros momentos…. um deles a descoberta de Walt Whitman e a leitura desse majestoso poema “O Captain! My Captain!”

 

Deixo-vos um video feito com imagens do filme… a música está longe de ser das minhas preferidas mas não o penaliza!

Deixo-vos também o poema…

 

 

O Captain! My Captain!

O Captain! my Captain! our fearful trip is done, Post 72
The ship has weather’d every rack, the prize we sought is won,
The port is near, the bells I hear, the people all exulting,
While follow eyes the steady keel, the vessel grim and daring;
But O heart! heart! heart!
O the bleeding drops of red,
Where on the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.

O Captain! my Captain! rise up and hear the bells;
Rise up – for you the flag is flung – for you the bugle trills,
For you bouquets and ribbon’d wreaths – for you the shores a-crowding,
For you they call, the swaying mass, their eager faces turning;
Hear Captain! dear father!
The arm beneath your head!
It is some dream your head!
It is some dream that on the deck,
You’ve fallen cold and dead.

My Captain does not answer, his lips are pale and still,
My father does not feel my arm, he has no pulse nor will,
The ship is anchor’d safe and sound, its voyage closed and done,
From fearful trip the victor ship comes in with object won;
Exult O shore, and ring O bells!
But I with mournful tread,
Walk the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.

O me! O life!

O me! O life! of the questions of these recurring.
Of the endless trains of the faithless, of cities fill’d with the foolish.
Of myself forever reproaching myself, (for who more foolish than I, and who more faithless?)
Of eyes that vainly crave the light, of the objects mean, of the struggle ever renew’d.
Of the poor results of all, of the plodding and sordid crowds I see around me,
Of the empty and useless years of the rest, with the rest me intertwined,
The question, O me! so sad, recurring — What good amid these, O me, O life?
Answer That you are here–that life exists and identity,
That the powerful play goes on, and you may contribute a verse.

 

 

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