Livre_do_ponto

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Archive for the ‘escola’ Category

As Escolas Matam a Criatividade?

Posted by LMML em Janeiro 26, 2009

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Há 5 / 6 meses atrás, na sequência de uma pesquisa académica, cruzei-me acidentalmente com o sítio de uma iniciativa de enorme interesse… as TED Annual Conferences [Technology, Entertainment, Design].

Trata-se de uma conferência anual que reúne pensadores/concretizadores de todas as partes do mundo, desafiados a darem a palestra das suas vidas em apenas 18 minutos. O objectivo primordial é ‘espalhar ideias’ que possam servir de inspiração a outros. Poderão encontrar mais informações sobre os seus propósitos aqui (em inglês).

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À disposição do visitante podemos encontrar um vasto arquivo das mais marcantes intervenções devidamente organizadas por temas ou por outros critérios.

Deixo-vos uma que me interessou bastante… palestra de Sir Ken Robinson questionando se hoje em dia ainda há espaço para a criatividade nas escolas. Vale a pena ver!

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LdP – Em silêncio… indefinidamente….

Posted by LMML em Novembro 29, 2008

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Quo vadis Escola Pública? – Parte I

Posted by LMML em Outubro 20, 2008

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Foram muito pontuais as ocasiões em que manifestei aqui no LdP a minha posição relativamente ao que tem acontecido à Escola Pública nos últimos 2/3 anos. Durante as próximos duas semanas irei postar alguns considerandos necessariamente curtos que fundamentarão a minha presença em Lisboa, no dia 15 de Novembro, juntando-me assim ao que desejo ser uma manifestação genuína e despida de ínvios e pouco transparentes interesses, por um outro caminho na procura de uma Escola Pública exigente, dinâmica e democrática nos seus objectivos e práticas.

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Parte I – Dos promotores e dos actores da mudança

Provavelmente nenhum outro Sector/Instituição nacional sofreu tantas e tão variadas reformas com tão reduzido impacto positivo como sofreu o ‘Ensino’. Reformas de Currículos, de Carreiras, de Estruturas de Gestão e Administração, de Estruturas de Apoio Educativo, de Infra-estruturas, de… de…

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Têm existido permanentemente críticos do ‘estado actual’ dispostos a alimentar e/ou encetar reformas radicais através de iniciativas sempre ambiciosas (como convém), acreditando generosamente ou inviamente que o caminho para a mudança (agora tão em voga) era por ali. Têm sido cíclicos e crónicos os apelos para uma espécie de refundação da Escola Pública, alimentados mais por reactividade do que por proactividade,  e quase sempre com resultados efémeros e/ou muito pouco visíveis. Ideias inovadoras e normativos pejados de promessas de um novo mundo têm frequentemente ficado muito àquem das iniciais expectativas dos seus promotores. Quando apresentam as suas intenções, esses mesmos promotores fazem-no sempre denotando uma preocupação visível em conquistar os apoios e elogios dos legisladores, dos empresários, dos políticos, dos fazedores de opinião e da vox populi. Raramente colocaram em prática aquilo que é demasiado óbvio para deixar passar em claro: que uma verdadeira mudança não poderá ocorrer sem que os seus principais actores (no caso: alunos, pais e professores) se sintam efectivamente envolvidos e (co-)responsabilizados na sua concepção e aplicação, mesmo considerando que no caso do Ensino se assista à peculiaridade de termos frequentemente os professores como alvos e agentes da mudança, colocando-os numa posição híbrida de elevada complexidade e de difícil adaptação.

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Negligenciando ou, mais simpaticamente não levando em devida consideração este facto, qualquer projecto ou dinâmica de mudança acabará, fatalmente, por ter infeliz destino traçado. Seja qual for o contexto, seja qual for o tipo de organização, seja qual for a realidade, seja qual for o status político de ocasião, ao promoverem-se mudanças na concepção, funcionamento e finalidade de um sistema organizativo (ainda para mais sistémico como é o Ensino), mesmo considerando essas mudanças como extremamente necessárias, descurando o papel relevante daqueles que serão os seus agentes e fazendo uso de imperativos normativos centralizadores, castrantes e impraticáveis origina um caos de processos e práticas com consequências devastadoras. E todas as convulsões a que temos vindo a assistir nestes últimos anos (com particular ênfase nos últimos três) são prova disso mesmo.

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A Escola dava (deu) um filme…

Posted by LMML em Maio 26, 2008

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Neste Domingo terminou o Festival de Cinema de Cannes com a entrega dos prémios. O grande vencedor da noite foi o filme francês “Entre les murs”… mas já lá vamos.

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Na noite de abertura foi exibido em estreia internacional o último filme de Fernando Meirelles “Blindness” baseado na obra de José Saramago “Ensaio sobre a Cegueira”. Com estreia prevista para o Outono deste ano há já algum tempo que venho acompanhando o diário de bordo do realizador, sendo óbvia a minha grande expectativa relativamente à forma como Fernando Meirelles conseguir passar para película aquele que é um dos meus romances preferidos. A julgar pelo que foi escrevendo no seu diário de filmagens (cuja leitura aconselho vivamente, principalmente para os cinéfilos) terá sido uma tarefa simultaneamente esgotante e enriquecedora.

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Voltemos: tido como o grande vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2008, o filme francês “Entre les murs” é aqui destacado no LdP por três razões essencias: 1. pela temática que encerra; 2. por me fazer recordar outro grande filme francês “Les Choristes”; 3. porque sim.

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Aproveito texto brasileiro (acordo ortográfico oblige) da AFP:

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O realizador Cantet ficou conhecido em 1999 com “Recursos Humanos” (“Ressources Humaines”), dolorosa crônica ambientada em uma fábrica em crise, antes de confirmar seu talento para o cinema com “A Agenda” (“L’emploi du temps”, 2001) e “Em Direção ao Sul” (“Vers le sud”, 2005), protagonizado por Charlotte Rampling.

Em seu quarto longa, adaptação do romance homônimo do jovem jornalista e professor François Bégaudeau, o diretor acompanha o cotidiano de um instituto de ensino misto de Paris, principalmente um professor de francês e seus alunos de 14 e 15 anos ao longo de um ano escolar.

O exterior da escola, a rua, só é mostrada por instantes no começo do filme quando o professor chega ao colégio no primeiro dia de aula. O restante da ação transcorre entre as quatro paredes do establecimento.

O diretor mantém em tensão constante o espectador, com sua forma de mostrar a relação intensa de todos os dias entre docentes submetidos a um desgaste permanente e adolescentes de todos as origens e cores, incansáveis, ternos, divertidos, violentos ao mesmo tempo. Em uma palavra, esgotantes.

Ao longo de um ano, Cantet trabalhou todas as quarta-feiras em oficina com alunos do instituto Françoise Dolto de Paris e pouco a pouco foi configurando o grupo que participou da rodagem, realizada com três câmaras que filmaram em plano muito próximo durante um verão de férias escolares.

O autor, François Bégaudeau, que recolheu em seu livro sua própria experiência docente, e que é um rosto conhecido na televisão por suas resenhas literárias e críticas de cinema, retoma com grande naturalidade seu próprio papel de professor apaixonado pelo trabalho, que se vê superado por algumas situações.

Em frente, esse apaixonante microcosmo que é a classe – todos os alunos são formidáveis -, reflete muito bem a realidade social francesa, multicolorida. “Tentamos evitar a ideologia, mostrar a escola tal como é, não como a queríamos”, insistiu Cantet.

“Entre les murs” diverge, assim, dos filmes dedicados ao universo do ensino desde “A sociedade dos poetas mortos” a “Ça commence aujourd’hui” (Está começando hoje), de Bertrand Tavernier, passando pelo documentário “Être et Avoir”, Ser e Ter de Nicolas Philibert.

O filme foi o último selecionado pela equipe de Thierry Frémaux, comentou à AFP o próprio diretor. “Tinham medo de que resultasse demasiado francês”, disse Cantet. Agora, foi coroado pelo júri.

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Tendo como base o  filme “Les Choristes” consegui, este ano lectivo, levar a cabo 2/3 aulas muito interessantes. Tentarei assistir ao filme “Entre les murs” tão cedo quanto possível para ver o que dele posso extrair e trabalhar com os meus alunos.

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143º Tempo- Disponibilizadas mais fichas ESL – Parte II

Posted by LMML em Janeiro 30, 2008

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Graças ao usingenglish.com acabo de disponibilizar mais 14 novas fichas de trabalho/apoio ao ensino do Inglês como segunda língua. Nesta leva as áreas abordadas vão desde os frequency adverbs ( advérbios de frequência ) aos irregular adjectives (adjectivos irregulares ), passando pelo Present Simple, Prepositions of Time, Place and Location, Alphabetical Order, Jobs Vocabulary, etc.

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Chamo particular atenção para uma lista de verbos irregulares e para algumas fichas com o propósito de trabalharem a fonética (recorrendo a uma lista de fonética também disponibilizada). Estas fichas de trabalho de apoio/complemento ao trabalho na aula destinam-se, preferencialmente a turmas do 3º Ciclo ou Secundário de nível 3 em diante.

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Poderão ser encontradas aqui ou na ‘caixa’ laranja do vosso lado esquerdo. Pela designação que atribui a cada ficheiro facilmente identificarão sobre que tema/tópico elas abordam.

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Mais uma vez repito que caso tenham recursos elaborados por vós e que julguem como adequados para o partilhar com outros, enviem-nos para o mail do LdP livre do ponto @ gmail . com (sem espaços) referindo a autoria e dando autorização para serem aqui disponibilizados. Vai ver que não custa nada… partilhar

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Posted in 3. Learning English, actividade ESL, alunos, ano 2007.2008, aula, escola, grammar, inglês, listening, reading, recursos, speaking, testes e fichas | 7 Comments »

Quanto à proposta do novo modelo de gestão da escola pública

Posted by LMML em Janeiro 13, 2008

Há já bastante tempo que nada acrescentava ao LdP. Foi uma decisão que tomei com a entrada do novo ano.

Depois de muito tempo retirado à família durante os anos de 2006 e 2007 (por variados motivos) e, caso o destino assim o permita, com um ano de 2008 (e os dois seguintes) marcantes para o meu futuro académico e profissional e a exigirem de mim bastante tempo e dedicação… o LdP acabou por tornar-se, infelizmente, o ‘elo mais fraco’.

Será menor a frequência de actualização (pelo menos nos tempos mais próximos). No entanto, sempre que possível irei disponibilizando materiais e recursos de apoio ao ensino do inglês.

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Este post interrompe essa minha decisão porque considero o motivo extremamente pertinente e de fulcral importância. Abaixo reescrevo ‘mail’ que enviei a todas os contactos da minha lista. Caso assim o entendam, peço-vos que o reproduzam e enviem também aos vossos contactos.

“A todos,

Quem me conhece sabe que não tenho por hábito reencaminhar mensagens de correio electrónico. Se o faço nesta altura, e com esta mensagem em particular, é por se tratar de um assunto que considero de extrema importância para o futuro do nosso sistema educativo.

Sem tomar aqui partido quanto às vantagens e desvantagens do modelo de gestão que o actual governo propõe para as escolas do sistema de ensino público (cuja proposta poderá ser consultada aqui), julgo ser perfeitamente natural exigir-se um tempo e espaço de discussão pública que permita a todos os interessados (directos e indirectos) a oportunidade de conhecerem, reflectirem e discutirem algo que poderá alterar de forma profunda o modo como a escola de hoje será gerida no futuro.

Sendo esta petição ausente de qualquer iniciativa ou influência organizacional, cabe a nós tomarmos o devido conhecimento da mesma e decidirmos pela sua assinatura ou não.

A vós, peço-vos que assinem… já é tempo de nos fazermos ouvir (pais, alunos, professores)… e sem intermediários.

Aqui segue o link da petição

http://www.gopetition.com/online/16302.html

Dado ser um tema do interesse geral, peço-vos também que reencaminhem esta mensagem se, tal como eu, entenderem ser esta uma forma válida e pertinente de exercermos a nossa cidadania.

Grato

Luís Miguel Latas”

Nota: Para mais detalhes consultem o ‘A Educação do meu Umbigo’

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139º Tempo- Halloween na Escola Álvaro Velho – Mostra de Trabalhos e Vencedores

Posted by LMML em Novembro 15, 2007

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Será publicado hoje no portal do Agrupamento Álvaro Velho a informação relativa ao balanço da actividade “Halloween na Escola Álvaro Velho“, organizada pelo Departamento de Estudos Anglo-Franceses.

Serão disponibilizados para consulta um album contendo fotografias do evento [animação flash] bem como a lista dos 3 vencedores em cada uma das categorias de trabalhos a concurso, e outra informação relevante.

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Por poder contar com uma ‘fonte de informação’ privilegiada, o LdP avança já com algumas conclusões, em jeito de exclusivo nacional:

Em sede de reunião do Departamento organizador a iniciativa foi considerada como um enorme sucesso. Participaram com a entrega de trabalhos perto de 100 alunos e foram apresentados para exposição cerca de sessenta trabalhos [alguns deles de elevada qualidade], todos produzidos com enorme empenho e dedicação. Para além disso visitaram e participaram na eleição dos melhores trabalhos cerca de 500 pessoas [alunos,  funcionários e professores], tendo o Departamento recebendo diversos elogios pela qualidade e interesse dos trabalhos apresentados. Durante os dois dias de exposição a Biblioteca foi dos locais mais concorridos durante os intervalos [chegando mesmo a quase ultrapassar o ponto de encontro dos alunos – o polivalente].

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A todos os alunos participantes será entregue um certificado de participação e os três primeiros classificados em cada uma das categorias [chapéus e vassouras] serão entregues prémios de valor didáctico relacionados com a disciplina de Inglês.

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Agora a lista dos alunos melhor classsificados com a percentagem de votos obtidos:

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Deseja o Departamento de Estudos Anglo-Franceses do Agrupamento Álvaro Velho agradecer a todos os alunos e encarregados de educação pela sua participação, e dar especial destaque à equipa da Biblioteca pelo auxílio dado na montagem da Exposição.

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Caso queiram ver algumas das fotos do evento basta clicar na imagem abaixo, com os agradecimentos ao Portal do Agrupamento Álvaro Velho por alojar esta animação.

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Assim, não há TIC que lhes valha!

Posted by LMML em Outubro 22, 2007

Com especial predominância durantes os últimos 3 anos, tenho procurado, ao longo do meu percurso de 12 anos  como professor,  integrar no meu processo de ensino diferentes abordagens e instrumentos ditos tecnológicos… e se o tenho feito é porque acho que, de facto, em algumas valências os alunos só terão a ganhar com tal medida. Procurando não os utilizar apenas para poder mostrar bandeiras [como que assinalando que também viajo na crista da onda da moda educativa], tenho tentado ser sensato nas opções metodológicas tomadas. Tendo a perfeita consciência que não repousa nas TIC o milagre da aprendizagem, acredito que utilizadas com parcimónia e no momento e forma devidos, as TIC têm um importante papel a desempenhar no futuro do processo de ensino e aprendizagem, podendo contribuir para o combate ao desinteresse e desmotivação dos alunos e, consequentemente, o combate ao seu [e meu] insucesso.

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No último ano temos vindo a assistir a um frenético publicitar de medidas governativas na tentativa de conferir às escolas um maior e melhor parque tecnológico: os quadros interactivos, os computadores portáteis, a ligação wi-fi, a internet, os projectores video, entre outros, que têm chegado às escolas são exemplo concreto desse esforço que poderá ser apenas mediático.

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Mas oferecer a alguém uma cana de pesca de última vaga, com sonar, radar, ar-condicionado, braço robotizado e leitor de mp3 incorporados, não fará com que esse alguém, de um momento para o outro, passe a pescar robalos e safios com tamanho suficiente para alimentar uma pequena família durante uma semana. Em muitas escolas, os equipamentos entretanto chegados continuam embalados nas caixas de origem ou, quanto muito, instalados numa qualquer sala a ganhar pó. Sem medidas de sensibilização junto dos professores para a utilização das TIC no seu processo de ensino [e a iniciativa dos portáteis da e.escola não é nada disso, aliás… não é nada, ponto!], e posterior formação dos mesmos [a maioria apenas sabe utilizar a net para procurar testes e fichas já feitos] muito dificilmente o acto educativo terá algo a ganhar com tudo isto.

Mas o mais grave, nem sequer é esta falta de sensibilização e formação dos professores para as TIC. Muito mais grave é não se proporcionar o tempo e espaço devidos aos professores que, apesar de tudo, tentam de facto modernizar o seu processo de ensino fazendo o devido uso das afamadas e mediáticas TIC. Pelo menos durantes os primeiros passos, preparar uma aula ou uma actividade onde se faça devido uso de um quadro interactivo, ou de um projector de video com um powerpoint construído para o efeito de uma aula sobre determinado conteúdo, implica um investimento de tempo bastante superior ao de uma aula de 2×1=2, 2×2=4, 2×3=6 [sem qualquer desprimor para esta última]…  e tempo e espaço é o que, seguramente, não temos [eu que o diga… muitas das actividades que tenho elaborado utilizando aqui o LdP como base, ou outros suportes, implicam um grande investimento de tempo da minha parte… seguramente bastante superior às tais oito horas semanais de trabalho individual e com enorme sacrifício da minha vida pessoal – e depois que venham de lá as avaliações de desempenho e as kafkianas grelhas…].

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O mais importante não é termos a cana de pesca melhor equipada com os últimos avanços tecnológicos, mas sim a utilização que dela fazemos para pescar, nem que seja uma tainha de tamanho legalmente duvidoso.

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Fonte: O video aqui utilizado foi encontrado por intermédio do blogue Mestre Diário.

Nota adicional – 19.Nov- Graças a comentário da Prof.Teresa, fui chamado à atenção relativamente à origem do blogue Mestre Diário. Ao contrário do que eu julgava o blogue não é brasileiro mas sim bem português, mantido por Ana Neves como resultado do seu Mestrado em E-Learning pela Universidade Aberta. À autora do blogue as minhas desculpas, à Prof.Teresa o meu obrigado pela correcção.

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122º Tempo- Repensar a Escola de hoje?

Posted by LMML em Setembro 21, 2007

Através do Blogue da Formação, deparei-me com um pequeno video que, apesar da irritação causada pela ‘banda sonora’ que o acompanha, acaba por apresentar de uma forma bastante gráfica e simples algumas das ‘pressões’ às quais a Escola de hoje está sujeita.

Apesar de argumentação não ser, de todo, brilhante [e o meu cepticismo quanto à veracidade dos factos apresentados]… este pequeno video acaba por ser um possível ponto de partida para uma discussão em grande grupo (numa aula de Estudo Acompanhado, Formação Cívica ou outra qualquer) sobre aquelas que serão as novas questões colocadas à Escola de hoje por contraponto ao que era pedido à Escola de outrora.

Aqui vos deixo o dito:

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121º Tempo- Os ‘novos’ ventos tecnológicos na aprendizagem

Posted by LMML em Setembro 20, 2007

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A edição de 03 de Maio-Agosto/2007 da Revista de Ciências da Educação Sísifo, da responsabilidade da Unidade de I&D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa com a direcção dos Professores Rui Canário e Jorge Ramos do Ó, apresenta-nos um dossier temático bastante interessante contendo diversos artigos sobre as potencialidades (e limites) das tecnologias de informação e comunicação nas diversas facetas do processo de ensino e aprendizagem.

Dos vários artigos apresentados destaco, por razões de preferência pessoal, o artigo de Ana Amélia Carvalho intitulado “Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS [learning management systems]”.

Correndo o risco de algum afastamento de precisão por apenas ter feito apenas uma primeira leitura ao artigo, assumo que, embora não concordando com algumas conclusões aprensetadas pela autora, o texto aborda questões bastante pertinentes principalmente quando se acerca, já na parte final, da análise às vantagens de utilização de LMS, como o Moodle ou os blogues, no apoio ao ensino presencial, com as suas implicação para a metodologia de trabalho no processo de ensino e com as consequências directas na redefinição do papel dos diversos agentes educativos.

De seguida apresenta-se o resumo do artigo da autoria da autora, sugerindo-se leitura atenta, principalmente aos professores e pais.

“O acesso à Internet nas escolas, o equipamento das salas de informática e a iniciativa “Escola, Professores e Computadores Portáteis” criaram as condições tecnológicas para que professores e alunos possam usufruir da diversidade de informação online, da comunicação, da colaboração e partilha com outros, a que se acresce a facilidade de publicação online. A integração dos serviços da Internet nas práticas lectivas com um propósito definido de carácter disciplinar e transdisciplinar pode proporcionar um enriquecimento temático, social e digital para os agentes envolvidos e sobre ela nos vamos debruçar na segunda parte deste artigo.

Começaremos por salientar o emergir da economia do conhecimento em rede, enquanto extensão cognitiva. Desta realidade, ressalta a necessidade de conectividade e a importância do conectivismo, imprescindível ao ser humano do século XXI e que abordamos na segunda parte.

Na terceira parte, incidimos sobre as vantagens da utilização de LMS (Learning Management Systems), como o Moodle, no apoio ao ensino presencial para o professor e os alunos. Abordamos também as suas implicações ao nível de suporte ao aluno e de interacção online, que conduz os agentes educativos de uma situação de ensino presencial para o ensino misto: blended-learning.

Por fim, concluímos advertindo para a importância de se começar a utilizar os recursos e as ferramentas online, para se evoluir para um ambiente que é familiar aos alunos e através do qual podem aprender crítica e colaborativamente.”

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