Livre_do_ponto

________________________________ \” apenas aqueles que sabem são verdadeiramente livres \”

Manifesto

classroom.jpg

.

.

.

Este é o manifesto do Livre_do_ponto!

.

.

.

 

Ainda sem saber muito bem ao que vamos, decidimos pegar num texto que há muito nos martela a cabeça e fazer dele o nosso manifesto!

Entenda-se por manifesto o tentar transmitir, num curto texto, a verdadeira essência daquilo que fará ‘andar’ o Livre_do_ponto!

Não querendo correr o risco de nos acontecer o mesmo que naquele célebre caso do aluno que defende a sua tese e ouve do seu orientador: ” A sua tese encerra em si ideias boas e originais. Pena é que nem as ideias boas são originais, nem as originais são boas!”…

decidimos publicamente assumir o plágio e utilizamos para nosso manifesto palavras de Abraham Lincoln sobre o que deve a Escola (no sentido abrangente do termo) proporcionar aos seus alunos… Alegadamente (alguma controvérsia na autoria destas palavras, que pode ser lida resumidamente aqui) estas foram as palavras utilizadas pelo antigo Presidente americano numa carta enviada ao reitor da escola onde um dos seus filhos estudava. São as palavras de um pai que pede ao professor do seu filho:

 

”  Faça-o aprender que nem todos os Homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas, por favor, diga-lhe que por cada vilão há um herói, que por cada egoísta há também um lider dedicado, ensine-lhe que por cada inimigo haverá também um amigo.

Levará tempo, eu sei, mas ensine-lhe que uma moeda ganha valerá muito mais do que cinco moedas encontradas, ensine-o a perder, mas também a saber gozar a vitória, guiando-o para longe da inveja. Ensine-o  o segredo do riso silencioso… faça-o maravilhar-se com os livros, mas dê-lhe também tempo para perder-se com o eterno mistério dos pássaros do céu, as flores do campo, os montes e os vales.

Ensine-o que na Escola, tal como na vida, é de longe mais honrado falhar tentando do que conseguir enganando. Ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos. (…) Ensine-o a ser gentil com as pessoas gentis e assertivo com os de moral enviesada.

Tente dar-lhe forças para não seguir a multidão quando esta segue cegamente uma ideia. Ensine-o a ouvir todos mas ensine-o também a filtrar tudo o que ouve através da peneira da verdade e apenas aceitar o que de sincero passa.

Ensine-o, se conseguir, a sorrir na tristeza, mas também ensine-o que não há vergonha nas lágrimas. Ensine-o a ignorar os cínicos e estar atento a amabilidade excessiva. Ensine-o a vender o seu saber à melhor oferta, mas ensine-o também a nunca vender o seu coração e alma.

Ensine-o a fechar os ouvidos à multidão ululante e a manter-se firme nas suas convicções mais puras. Trate-o de forma gentil, mas não o mime, pois só o verdadeiro fogo ajuda a fazer o aço mais duro.

Deixe-o ter a coragem para ser impaciente e a paciência para ser corajoso. Ensine-o a ter sempre a sublime fé na humanidade. “

.

.

.

.

.

.

 

 

 

 

 

 

 
%d bloggers like this: