Livre_do_ponto

________________________________ \” apenas aqueles que sabem são verdadeiramente livres \”

Archive for the ‘politiquices’ Category

Para lá caminhamos…

Posted by LMML em Maio 8, 2008

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clicar na imagem para aceder ao artigo completo

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A propósito do artigo de hoje do inglês Guardian…

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Há já algum tempo – bem nos primórdios do LdP – que ando a reforçar a minha convicção de que se quisermos antever o que será do nosso sistema de ensino público daqui a uma dúzia de anos caso continuemos a enveredar por este caminho, bastará seguir com alguma atenção a similitude de fenómenos que têm vindo a ocorrer no sistema de ensino público inglês,

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Desta feita quebrou-se a tradicional cortesia cavalheiresca britânica entre representantes das escolas públicas e privadas ( e por consequência entre os seus representados).

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Há lugar a acusações de menoridade científica e pedagógica relativamente ao ensino público, há respostas dentro do mesmo tom afirmando que os estudantes que se encontram neste momento a preparar-se para a docência são tratados de forma diferenciada (pela negativa) caso seja óbvia a sua intenção de leccionar no privado. Há representantes de pais também envolvidos afirmando que são forçados a recorrer ao ensino privado de modo a permitir acesso a um ensino de qualidade  (com os consequentes arrombos no orçamento familiar) quando, dados os impostos que pagam, tal qualidade deveria ser garantida pelo ensino público (ora aqui está uma das consequências da varinha de condão apontado por mentes liberais cá do burgo – o cheque ensino)… etc, etc, etc.

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Valerá a pena ler o artigo com algum cuidado e se chegarem à mesma conclusão que eu… verificarão que observar e estudar o actual sistema de ensino inglês é ter em nosso poder uma excelente bola de cristal que, qual arauto da desgraça, nos traça imagens vívidas daquele que será o futuro próximo no nosso sistema educativo.

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Leituras – Das preocupações da Escola Pública

Posted by LMML em Abril 30, 2008

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"Our effort, in this book, is to explore a collection of pervasive and critical school issues by providing divergent views on each. The issues presented are dynamic; by presenting them in the form of

opposing essays, we intend to shoe how provocative and complex they are. That does not mean they are unsolvable problems; it does suggest that good solutions rely upon engaged and informed debate. We see the terrain of education as rugged and rocky, with few clear paths and many conflicting road signs."

destacado é meu

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Não só por força da minha ‘desventura’ académica mas também por genuíno interesse e compulsividade livresca, nestes últimos meses, e aproveitando a desvalorização do dólar face ao euro, tornei-me cliente assíduo do betterworld.com. No espaço de quatro/cinco meses já recebi três caixas bem recheadas com títulos que de outra forma dificilmente teria acesso por terras cá do burgo. Durante os próximos meses irei partilhar convosco alguns desses títulos, escolhendo aqueles que poderão ser de interesse mais genérico e que, dado o contexto educativo actual, possam ser considerados como pertinentes. O único senão que poderão apresentar para a maioria (?) é o facto de se apresentarem redigidos em inglês. Desconheço (até porque não me preocupei em confirmar) se alguns deles se encontram traduzidos para português… no entanto é minha percepção que a vasta maioria não conhece réplica lusitana (com ou sem acordo ortográfico).

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O primeiro é este Critical Issues in Educationdialogues and dialectics (Nelson, J.; Palonsky, S.; Carlson, K.). Sendo certo que a edição mais recente (6ª) data de 2006, e depois de verificar as diferenças entre esta que vos apresento (4ª – 2000) e a mais actual, decidi que não valeria a pena o acréscimo de investimento.

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Livro bastante interessante que analisa as disputas mais recentes sobre a Escola e sobre Educação, explorando os diversos pontos de vista de maior relevância e encorajando um pensamento crítico sobre a actualidade educativa, dividindo os temas em três grandes capítulos, qual deles de maior pertinência: 1. que interesses deverá a Escola servir; 2. o que deverá ser ensinado; e 3. como deverão as Escolas ser geridas e governadas.

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Não serei exaustivo na sua apresentação, no entanto gostaria de destacar alguns dos seus artigos/temas que por revelarem grande proximidade com o que vamos vivendo hoje em dia no sistema de ensino público português merecerão leitura atenta.

Nele são abordadas questões como a escolha de escola que se interliga com a tão propalada bandeira liberal do cheque-ensino; o financiamento da escola pública que se reflecte na distribuição equitativa ou igualitária do dinheiro estatal; a organização curricular que remete para a dicotomia entre currículos desenhados numa perspectiva macro e currículo desenhados numa lógica de espaço para diferenças de contexto social, económico e educativo; a liderança escolar colocada perante a encruzilhada da gestão docente eleita vs. gestão directiva nomeada; o sindicalismo docente apresentado num raciocínio de crítica construtiva entre as suas virtudes e defeitos; a violência escolar questionada quanto à sua origem e responsabilidade (escolar vs. social); e a privatização da rede pública escolar como possível solução dos problemas há muito diagnosticados ou como forma de mais uma especulação mercantilizada.

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Todos estes artigos de grande interesse (e outros não mencionados) merecerão leitura atenta (que confesso ainda só ter feito na diagonal) e nela seguramente poderemos encontrar enquadramento e auxílio na procura das respostas que determinarão o futuro da nossa Escola Pública.

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Ordem como resposta à Desordem?

Posted by LMML em Abril 27, 2008

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Ao longo dos anos têm sido tímidos os avanços e iniciativas para debate e reflexão relativamente à possibilidade de criação/existência de uma Ordem de Professores e, paralelamente ou não, de um código deontológico. Não pretendo aqui discorrer sobre questões de alguma tecnicidade (exclusividade das profissões liberais, auto-regulação, independência moral e ética, etc.). Este post surge em consequência de mais uma manifestação de intenção sobre o tema levada a cabo pela Associação Nacional de Professores e aproveitando um post que o Paulo Guinote publicou no Umbigo.

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Em resposta ao seu texto referi, comentando as palavras do Paulo, que se por um lado sobre a possibilidade de criação de uma Ordem afirmava, e concordo plenamente, que “seria um projecto interessante”, logo de seguida parecia pré-determinar que, a ser criada, esta dependeria de uma aceitação do Estado em conferir ao professorado um espaço próprio de acção moral, ética e cientificamente auto-reguladora: “(…) se o Estado aceitasse que os professores, maioritariamente seus funcionários, pudessem auto-regular o exercício da própria profissão (…)”. Mas, tal como o Paulo afirma, a não dependência quase umbilical do Estado na regulação e decisão da carreira docente é, exactamente, uma das grandes ‘virtudes’ de uma, por ora apenas conjecturada, Ordem de Professores: “(… )A vantagem evidente de uma estrutura deste tipo seria uma maior independência da classe docente em relação ao poder político (…)”.

Eu penso que percebo esta sua precaução/observação. De facto “neste momento, isso não parece ser algo que agrade a esse mesmo poder”. No entanto tal facto só vem reforçar ainda mais a importância e necessidade de existência de uma Ordem de Professores, que poderia conferir, nestes momentos de impasse e atropelo a uma profissionalidade já de si fragilizada, uma certa dose de esperança e, acima de tudo, de respeitabilidade social, cultural e intelectual.

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Teoricamente sem aditivos e conservantes.

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Obviamente que muitos se manifestam profundamente contra, outros enfatizadamente a favor. O que me leva a outro ponto:

De que,  sinceramente a ‘confusão’ arrasta-me.

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(colocando em termos simplificados)

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Para uns dever-se-á dizer não aos sindicatos. Pelas mais variadas razões que vão desde estes não representarem integramente os professores, até ao facto de neles se alojarem um conjunto de profissionais que vê nessa forma um modo de evitar a escola, as aulas e o ensino.

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Para outros dever-se-á dizer não aos movimentos mais ou menos espontâneos/independentes de professores. Pelas mais variadas razões que vão desde estes não agirem de forma devidamente organizada e construtiva, sendo mais lugar para expressões vãs de descontentamento pessoal, até ao facto de esses movimentos fragilizarem a posição negocial dos sindicatos ao retirarem dos seus ombros os galões da mobilização dos docentes.

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Para outros dever-se-á dizer não à Ordem dos Professores. Pelas mais variadas razões que vão desde esta poder tornar-se apenas mais uma organização de clientelas politicas e intelectuais, destinada logo à partida ao insucesso por emanar de um grupo profissional com um longo historial de balcanização (está na moda) cientifica/académica/sindical/política, até ao facto de esta não ser alternativa credível para uma necessária revisão da profissionalidade docente.

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Para outros dever-se-á dizer não a tudo. Para outros dever-se-á dizer sim… ou talvez…. Ou não sei… ou não quero saber…

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Ou

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Ou…

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E neste arrastão de ideias, vontades e desejos é importante guardarmos o discernimento suficiente para perceber que devemos ouvir os outros, não dar nada como certo (ou errado) e acima de tudo tentar que a nossa opinião, seja ela qual for, esteja devidamente fundamentada e sustentada nas mais diversas fontes que não apenas aquilo que vamos lendo nos jornais, lendo num blogue ou ouvindo em conversas de evasão profissional.

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A Galinha da Minha Vizinha…

Posted by LMML em Abril 16, 2008

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A galinha da minha vizinha é sempre mais gorda que a minha…

poderá traduzir-se nesta frase aquele que é tipicamente o nosso pensamento quando comparamos a nossa realidade com outras de outros países (normalmente e supostamente mais desenvolvidos que o nosso). E esta enviesada comparação ocorre nos mais variados e insuspeitos campos, dos quais a Educação e o Ensino não são parte excluída. Quando se carpem mágoas apontando os maus resultados apresentados pelos nossos alunos nos exames nacionais ou nas provas de aferição de Língua Portuguesa e Matemática do 4º e 6º ano não tardam vozes (opinadores profissionais) com acesso privilegiados a púlpitos mediatizados (jornais, rádio, TV e cassete pirata) a trazer à liça a comparação com a galinha dos outros…

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pois, mas nem sempre a galinha dos outros é mais gorda que a nossa!

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Fonte: ‘The Independent"

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"40,000 pupils not entered for GCSE maths and English"

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More than 40,000 children were considered so poor in basic school subjects last year that they were not entered for GCSE exams in maths and English.

The figures (…) indicate that teachers were not even confident of them gaining G grades in the subjects.

A breakdown also shows that far more boys (8per cent – up to 25,000) than girls (5 per cent – up to 16,000) were barred from taking the exams. Overall, 7 per cent were not entered for Maths and English.

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"There is clearly something going wrong when a significant number of 16-year-olds are not even being entered for English and maths exams," said Mr Laws. "Ministers need to get to grips with an education system which still sees too many young people leaving school without basic qualifications."

The breakdown shows that up to 60,000 pupils were put in for fewer than five GCSEs including maths and English – making it impossible for them to meet the Government’s benchmark for success that children should achieve at least five A* to C grade passes, including the basic subjects. Overall, only 46.7 per cent reached that hurdle.

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Jim Knight, the Schools minister, said the Government had announced a three-year £200m package intended to raise the achievement of low-attaining pupils at GCSE.

"No school should accept low attainment as the status quo and we will give teachers the tools and support to make long-lasting change," he added.

"We are targeting the lowest achieving children with a revamped secondary curriculum, quality alternative qualifications and apprenticeships and investing £1bn in one-to-one tuition and catch-up classes."

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Pois… afinal é tudo um problema de quando a galinha emagrece o que fazer… por lá (Inglaterra) analisa-se a situação, reflecte-se, discute-se e conclui-se quais as medidas apropriadas… por cá grita-se que ‘o Rei vai nu’, soltam-se lágrimas ocasionais, apontam-se dedos acusatórios aos supostos responsáveis… mas depois assobia-se para o lado esperando que o tempo sare a ferida

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uma questão de galinheiros, seguramente!

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E as vozes levantam-se…

Posted by LMML em Dezembro 6, 2007

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Quebro aqui uma das regras do ‘livro de estilo’ do LdP para reproduzir o que me pareceu ser um artigo particularmente interessante publicado na edição do jornal Público de 2/Dezembro. Interessante não só por ter vindo de quem veio mas, acima disso, por tocar de forma bastante concisa e incisiva nalgumas das áreas mais sensíveis da actual governação.

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Ao longo do tempo, ora por acaso ora por procura diligente, fui-me cruzando com alguns produtos escritos da Ana Benavente (a maioria deles resultados do seu trabalho científico)… e ainda recordo algumas das suas iniciativas enquanto Secretária de Estado. Não sendo particular apreciador da sua anterior acção governativa [no entanto… agora… que saudades tenho!], aprecio a sua diligência investigadora e a procura, ao longo da última década, em reflectir e problematizar sobre aspectos directa ou indirectamente relacionados com a Educação [uma simples busca no Google dar-vos-á a possibilidade de consultar alguns dos seus artigos].

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A pertinência deste artigo advém essencialmente da forma como um grande número de questões são colocadas, dando enfoque a muitas das preocupações sobre a acção governativa [em contraponto com aquelas que foram as suas promessas, digo eu] e por estas questões, e as críticas que as acompanham, partirem de alguém que foi durante um considerável período de tempo uma voz activa dentro do Partido Socialista (outrora mais próxima dos chamados soaristas e claramente da ala mais esquerdita), com responsabilidades governativas desempenhadas no passado… mas que, desde o seu apoio claro a Manuel Alegre nas últimas presidenciais (e o apelo que faz, no final do artigo aqui referido, ao surgimento de mais movimentos cívicos não será coincidência), foi sendo lentamente empurrada para o ostracismo pelo partido ‘da rosa outrora vermelha’.

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Não sendo a passagem mais interessante, deixo aqui um dos pontos apresentados por Ana Benavente, na qual a autora elabora de forma mais explícita sobre aquela que é a sua área de especialização, a Educação:

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“Para resolver o défice das contas públicas teria sido necessário adoptar as políticas económicas e sociais e a atitude governativa fechada e arrogante que temos vivido? Teria sido necessário pôr os professores de joelhos num pelourinho? Impor um estatuto baseado apenas nos últimos sete anos de carreira? Foi o que aconteceu com os “titulares” e “não titulares”, uma nova casta que ainda não tinha sido inventada até hoje. E premiar “o melhor” professor ou professora? Não é verdade que “ninguém é professor sozinho” e que são necessárias equipas de docentes coesas e competentes, com metas claras, com estratégias bem definidas para alcançar o sucesso (a saber, a aprendizagem efectiva dos alunos)?” (Ana Benavente, Público de 2 de Dezembro)

 

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Aconselho a leitura integral [clicar na imagem para aceder ao artigo em pdf]

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Assim, não há TIC que lhes valha!

Posted by LMML em Outubro 22, 2007

Com especial predominância durantes os últimos 3 anos, tenho procurado, ao longo do meu percurso de 12 anos  como professor,  integrar no meu processo de ensino diferentes abordagens e instrumentos ditos tecnológicos… e se o tenho feito é porque acho que, de facto, em algumas valências os alunos só terão a ganhar com tal medida. Procurando não os utilizar apenas para poder mostrar bandeiras [como que assinalando que também viajo na crista da onda da moda educativa], tenho tentado ser sensato nas opções metodológicas tomadas. Tendo a perfeita consciência que não repousa nas TIC o milagre da aprendizagem, acredito que utilizadas com parcimónia e no momento e forma devidos, as TIC têm um importante papel a desempenhar no futuro do processo de ensino e aprendizagem, podendo contribuir para o combate ao desinteresse e desmotivação dos alunos e, consequentemente, o combate ao seu [e meu] insucesso.

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No último ano temos vindo a assistir a um frenético publicitar de medidas governativas na tentativa de conferir às escolas um maior e melhor parque tecnológico: os quadros interactivos, os computadores portáteis, a ligação wi-fi, a internet, os projectores video, entre outros, que têm chegado às escolas são exemplo concreto desse esforço que poderá ser apenas mediático.

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Mas oferecer a alguém uma cana de pesca de última vaga, com sonar, radar, ar-condicionado, braço robotizado e leitor de mp3 incorporados, não fará com que esse alguém, de um momento para o outro, passe a pescar robalos e safios com tamanho suficiente para alimentar uma pequena família durante uma semana. Em muitas escolas, os equipamentos entretanto chegados continuam embalados nas caixas de origem ou, quanto muito, instalados numa qualquer sala a ganhar pó. Sem medidas de sensibilização junto dos professores para a utilização das TIC no seu processo de ensino [e a iniciativa dos portáteis da e.escola não é nada disso, aliás… não é nada, ponto!], e posterior formação dos mesmos [a maioria apenas sabe utilizar a net para procurar testes e fichas já feitos] muito dificilmente o acto educativo terá algo a ganhar com tudo isto.

Mas o mais grave, nem sequer é esta falta de sensibilização e formação dos professores para as TIC. Muito mais grave é não se proporcionar o tempo e espaço devidos aos professores que, apesar de tudo, tentam de facto modernizar o seu processo de ensino fazendo o devido uso das afamadas e mediáticas TIC. Pelo menos durantes os primeiros passos, preparar uma aula ou uma actividade onde se faça devido uso de um quadro interactivo, ou de um projector de video com um powerpoint construído para o efeito de uma aula sobre determinado conteúdo, implica um investimento de tempo bastante superior ao de uma aula de 2×1=2, 2×2=4, 2×3=6 [sem qualquer desprimor para esta última]…  e tempo e espaço é o que, seguramente, não temos [eu que o diga… muitas das actividades que tenho elaborado utilizando aqui o LdP como base, ou outros suportes, implicam um grande investimento de tempo da minha parte… seguramente bastante superior às tais oito horas semanais de trabalho individual e com enorme sacrifício da minha vida pessoal – e depois que venham de lá as avaliações de desempenho e as kafkianas grelhas…].

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O mais importante não é termos a cana de pesca melhor equipada com os últimos avanços tecnológicos, mas sim a utilização que dela fazemos para pescar, nem que seja uma tainha de tamanho legalmente duvidoso.

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Fonte: O video aqui utilizado foi encontrado por intermédio do blogue Mestre Diário.

Nota adicional – 19.Nov- Graças a comentário da Prof.Teresa, fui chamado à atenção relativamente à origem do blogue Mestre Diário. Ao contrário do que eu julgava o blogue não é brasileiro mas sim bem português, mantido por Ana Neves como resultado do seu Mestrado em E-Learning pela Universidade Aberta. À autora do blogue as minhas desculpas, à Prof.Teresa o meu obrigado pela correcção.

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